Pessoas normais, pra-
ticando atividades normais.
Nem sei mais em que medida a
vida se dá nos interstícios do
saber.
Tudo a céu aberto, mas
eu queria mesmo era acreditar em
ovnis. Ou
não.
E.T. e todos os santos, valei-
nos, livrai-nos desse tempo es-
curo.
Melhor: que um reggae
de Gil nos salve, nos
revele o vil desencanto do
prosaico.
Ou nos reconcilie com o
mosaico de mistério e familia-
ridade que compõe os
dias.
Cada um com seu
barato.