De
todas as intempéries – a
poeira
de aspectos / o que de pífio – in-
clusive
/ o que repugna as
papilas
gustativas.
II.
Uma
tempestade como as
de
Júpiter / e – dá-lhe um disjuntor bifá-
sico
/ pois –
no
que o tranco há-de habitar / renas-
ça
/ outros hábitos.
III.
Toda
a tipografia do surta-
do
é – miríade / um
nódulo
em nada nosográ-
fico
/ baço / a
traduzir
o fato afá-
sico
em –
libação.
IV.
Em
toda externalidade / o
tanto que de truque – e / en-
tanto que de truque – e / en-
tão
o breque – a
violência
de cravar os o-
lhos
/ o tempo encrespou-se in-
devidamente –
devidamente –
tudo
agora é crispação.
V.
Púrpura
escuro – o
faro
feito almís-
car
/ amaro muito embora –
fora
o que da bo-
ca
emana / er-
rare
/ e – então o er-
mo
a conduzir o er-
ro
/ erário.
VI.
Recôndito
de uma quieta quime-
ra
/ o derrisório de escafeder-
se
–
taiga
pra lá / tundra – ou /
quiçá
–
enantiodromia
/ o
sumo
dos heróis.
VII.
Mas
atém-se ainda assim à
gelosia
/ fasquias cruzadas no in-
tervalo
– o que
de soslaio engendra o ver /
de soslaio engendra o ver /
não
ver / e –
no
estancar / tampouco tangencia / ou-
tro
viés – o
lastro
alheio.