I.
Que confusão.
Mas toda essa bagunça é
também uma delícia,
pelo que abre. O
sopro.
Massa mode.
Aí você pega o impulso e a
recompensa, junta os dois,
II.
Bricávamos com as
Que confusão.
Mas toda essa bagunça é
também uma delícia,
pelo que abre. O
sopro.
Massa mode.
Aí você pega o impulso e a
recompensa, junta os dois,
gruda bem grudado. Já foi.
Vazou.
II.
Bricávamos com as
máximas. Gozávamos com as
palavras de ordem. Mas o
processo é esse mesmo. O
processo não é propriamente o
bem.
Mais uma vez. Mais uma vez.
Calma. O excesso me com-
põe. Ofereço-me em
sacrifício à neurose dos
homens. Consumir
cada milímetro
cúbico de um
corpo não in-
teiriço.
Seguir, seguir. Nada a
fazer, ou seja, tá tudo em
aberto. Um berro. Um suspiro.
Uma fala reticente.
III.
Encaro nesse momento
uma série de possíveis de-
turpações da ideia de pas-
sagem ao ato. Evadir-se-me.
Todas essas causas que dan-
III.
Encaro nesse momento
uma série de possíveis de-
turpações da ideia de pas-
sagem ao ato. Evadir-se-me.
Todas essas causas que dan-
çam ciranda comigo
no meio. Com as
tundras no ho-
rizonte. Um
frio que
dói.
Não é razoável recorrer a
supostas analogias com ritmos
que nunca foram ditados.
IV.
Mas vai dizer o que é
de valor. Como escrever a
linha de baixo de um
IV.
Mas vai dizer o que é
de valor. Como escrever a
linha de baixo de um
reggae? Digo, não em
notação musical.
Como viver a
linha de baixo de
um reggae?
notação musical.
Como viver a
linha de baixo de
um reggae?
V.
O que há é o que há.
Verdade. A gente tem
que reconhecer que is-
so já se dizia, há
muito.
O que há é o que há.
Verdade. A gente tem
que reconhecer que is-
so já se dizia, há
muito.
Não há quase nada. N
reações diferentes. Agir.
VI.
Fogo mesmo é que o único
Fogo mesmo é que o único
amor incondicional é o que a
gente nutre pelo
sintoma.
sintoma.
Uma palavra. Qual?