Pausa. Breque.
Quem será o destinatário de
tão inquietantes sentimentos? Um e-
nigma, um lugar vazio. Quem será o ou-
tro?
Sem mais, nem menos. Negar a
narrativa não é como descobrir-se a-
lheio ao grande plano. Todo um
Coliseu.
Paro. Admiro embasbacado a
grandiosidade imaginária. Vento que
passa. Silêncio. Ouço a voz do
coração –
pulso. Escuto com atenção o
som das
máquinas domésticas –
seu caráter
meditativo.