13/03/2017

A paciência demorada que assume o devir mineral. O inorgânico. Ponteiros permanecem ininterruptamente caindo. O que de mim é saber o resto. Mas a questão é mesmo o tempo. Você olhar pro lado ainda não é garantia de nada. Neutrinos são imperceptíveis para nosotros porque os nervos ópticos. Neutrinos, por lo tanto, não nos interessam em absoluto. Tudo é risco, my brother Charles. Não há pra lá que se dê no inteiro de ser – um. Rasgam-se contratos, constituições e o tempo sempre foi um absurdo todo particular. Fecho a porta, não sei se fiquei pra fora. Sim, adoraria tomar um café/cerveja/suco dia desses, bater um papo tranquilo, elucubrar sobre os disparates crescentes do golpismo. Bradar. Pra-ca-tum-pum. Pra-ca-tum-pum. E se eu não quiser nem mesmo ser uma pessoa? E se eu não quiser ser o Pessoa? Isso é tudo um disparate. Encontrar algumas coisas como o verdadeiro ser, a paz, isso tudo parece impossível quando nem mesmo consigo localizar o isqueiro. Valha-me sei lá o quê – E.T. e todos os santos. Um cigarro chamado Free. Seria muitíssima presunção nos remetermos às ironias tecidas pelo destino – em toda sua pompa. Ele não tem nada a ver com nada. Ou seja, é tudo. A fumaça do cigarro tinha um cheiro áspero. Saberes díspares, pretensamente ímpares, isso proporciona quantidades insuficientes de – cê sabe. Fecho a porta, não sei se fiquei pro lado de dentro. A quantidade de emoticons, de exclamações, de kkk's – versão tec-tec da euforia ploc, oca, mas não só – cresce na proporção direta da apatia. E tenho dito. O que topa a estapafúrdia das transações secretas certamente é mais do que espanto. Estafa. Não tenho staff. Mas quando se chega a ser já perdeu-se o devir em suas mil e tantas bifurcações. O som. O som. Pense no que ocupa. A culpa. Blá-blá. Blasting news – o quê? Ah, vai saber.