29/11/2013

Exercício do tempo, todo berro 
mudo. Náusea da superinformação  fos-
se razão fumegante a analisá-la. Sob o tom
vespertino do hibisco em 
chá, o que e-
xala.

Soubéssemos nós a sensação do olhar 
quando a cara dura. Mecanismo plenamente in-
dependente. Na face, de fato, o i-
nominável.

Quando são aristocráticos – os
tiques. Toque de TOC. Toda foto, tudo 
que é tipo de desafio ao 
tempo está fadado a 
perecer. 

Se o tempo está 
fadado a perecer, daí 
supõem questão. Missa à metade não 
basta.

São trejeitos trespassados por 
temas como o-que-vão-pensar. Pensar em vão. Pois
se compõe com o dentro, quão 
centro é qualquer in-
put? 

Linguagem imputa as-
seios antes não
tomados.