10/10/2020

O que pode e o que não pode der-

reter. Resta muito pouco. Resta quase 

nada. Já foi. 


Mas não pretendemos extinguir

as matas ciliares. A decisão deve ser a

que propõe des-

focar. 


Quando a maré vazante confirma 

o que já sabíamos. Estando alguém ain-

da no tempo, justo por esse motivo, 

torna-se impos-

sível.


Nunca se teve notícia de 

nada que fosse tão 

igual. 


Seríamos nós a 

prosseguir?