O que pode e o que não pode der-
reter. Resta muito pouco. Resta quase
nada. Já foi.
Mas não pretendemos extinguir
as matas ciliares. A decisão deve ser a
que propõe des-
focar.
Quando a maré vazante confirma
o que já sabíamos. Estando alguém ain-
da no tempo, justo por esse motivo,
torna-se impos-
sível.
Nunca se teve notícia de
nada que fosse tão
igual.
Seríamos nós a
prosseguir?