A vida vai num longo
contínuo e cessa.
Bastaria algo à toa, viver num casebre, um
sobrado, o piso de outrora demarcando a ausência,
sobrado, o piso de outrora demarcando a ausência,
um sobrado que já não.
Também aquele que
deste território fez de corpo, o
quase-herói, falido, natimorto – o silêncio vem
e vem.
Qualquer toque é nuvem
possível e no seguinte arrebatamento, mil coisas,
nada, indefinição
de afetos. Só o tronco é que sabe, fica o trato assim no tálamo,
no máximo, nos arredores, não volta, não parte,
no máximo, nos arredores, não volta, não parte,
fica ali,
pouco adiante só. Tratamos de antiguidades suaves.
Ninguém há de provar
que sopapo em bode é carinho, o
que se tem é que, talvez e assim por diante.
que se tem é que, talvez e assim por diante.
Diria que faltou-lhe um
amor. Quem sabe
aquela do edifício em
frente poderia ter sido um perfume inteiro,
sonho almiscarado,
sombra e neon.
Sua bela bela bela tez
não se deixava perceber por sob a placa de pancake e
dele nem sequer se deu por ciente, tampouco lambeu-lhe espinhos.
Ninguém se deu por tal,
fá-lo-ia quem?
dele nem sequer se deu por ciente, tampouco lambeu-lhe espinhos.
Ninguém se deu por tal,
fá-lo-ia quem?
Qualquer toque é nuvem possível,
isso é o que se diz por reverberação de referências que ninguém sabe,
mas o que seria tanto
enxofre?
Esteve ali um homem
quando os pavimentos.
Nada lhe disse o vigia
do prédio ao lado, nenhum mapa,
nenhum comentário
fuleiro.
O vigia não o via, vigiar seria luxo nessa conjuntura.
Brisa é o que se passa no arrepio do de repente na rua e sobe a espinha.
O vigia não o via, vigiar seria luxo nessa conjuntura.
Brisa é o que se passa no arrepio do de repente na rua e sobe a espinha.
Um que foi.